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Jéssica Barreto (via 27-06)
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Caio Augusto Leite (via 27-06)
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O Teatro Mágico. (via sociedadedospoetasmortos)
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Meu amor pelas pessoas ora é feio ora é bonito. Às vezes é paciente, outras vezes é totalmente impaciente. É irritante, é gentil. Tem horas que não o acho, mas logo encontro. Talvez demore um pouco, mas encontro. É sensível, mas também insensível. É compreensível e incompreensível. É altruísta, mas é egoísta. Ora é abusado ora meigo. Ora falante ora calado. Passageiro e eterno. Intenso e fraco. Pesado e leve. Completamente flexível. Mas nunca acaba. Por isso que é amor. (AmandaQ.)
Na verdade, sempre tivemos nosso jeito próprio de nos desculpar pelas nossas besteiras. E pedimos desculpas poucas vezes. Meio paradoxal, mas tudo bem. Parece um pouco com aquelas brigas de irmãos, que nunca, nunca pedem desculpas. Brigam, juram deixar de se falar por alguns dias e de repente um bate na porta do outro e diz: Tu viu a minha sandália? E tudo volta ao normal. Sempre tivemos nosso jeito próprio de resolver nossos desentendimentos, porque eu ‘precisava que você me dissesse onde estavam as minhas sandálias’. E não importa o quanto de raiva você estivesse de mim, após um ‘oi’ frio e irritante, você sempre amolecia. Amolecia pra me contar as gargalhadas sobre a última topada que você levou ou o último objeto que você deixou cair. E eu ria de você, ria da sua risada, ria porque eu gostava de falar com você. Porque nunca foi tão fácil achar as minhas sandálias do que quando você estava por perto. E agora eu tenho que rodar essa casa aqui inteira procurando essas benditas sandálias que vivem sumindo. Apesar de eu sempre achá-las, quando você dizia onde elas estavam, eu procurava menos. E eu sei que não importa quanto tempo passe, você é a única pessoa que sempre vai saber onde estarão todas as sandálias que eu tiver até o último dia da minha vida. (AmandaQ.)
Clarissa Corrêa. (via sociedadedospoetasmortos)
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Caio Fernando de Abreu (via sociedadedospoetasmortos)
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O Teatro Mágico (via sociedadedospoetasmortos)
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